terça-feira, 17 de agosto de 2010

Muito tempo antes de surgir a primeira fotografia, seus materiais básicos da química e óptica já eram conhecidos. No tempo de Aristóteles, já se conhecia o fenômeno da produção de imagem pela passagem da luz através de um pequeno orifício. No século 5, Alhazen, um sábio árabe, descreveu como observar um eclipse solar no interior de uma câmara escura. Na Renascença, se acrescentou uma lente neste orifício.

Leonardo da Vinci observou o fenômeno quando fechou todas as janelas e portas de seu quarto, ficando no escuro. Naquele momento, notou que na parede em frente à janela estava projetada a imagem do quintal, com os lados invertidos e de cabeça para baixo. Reparou que um pequeno orifício selecionava os numerosos raios de luz refletidos pelos objetos do quintal, projetando sua imagem nítida na parede oposta ao quintal.

A primeira imagem - Foi o francês Niépce que, com betume branco (asfalto natural, semelhante ao asfalto que vem da destilação do petróleo bruto), conseguiu a primeira imagem, cobrindo uma placa de estanho com essa substância que endurece quando exposta à luz. Deixou cerca de 9 horas dentro da câmara escura e depois retirou as partes não expostas à luz. Ele chamou esse processo de heliografia.

Durante um tempo trocaram informações e, após a morte de Niépce, o pintor Louis Daguerre impressionou a todos com uma técnica chamada Daguerreotipia, que era um aperfeiçoamento de suas descobertas e das de Niépce. Ele utilizava chapas de cobre, que eram cobertas por uma fina camada de prata, revelando a imagem latente com vapor de mercúrio.

No dia 19 de agosto de 1839, a daquerreotipia foi apresentada aos franceses e se tornou uma data histórica na cronologia da fotografia mundial. O governo francês anunciou a todo o mundo a descoberta de um processo fotográfico chamado “daguerreotipia”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário